quinta-feira, 14 de junho de 2007

Um dia...






Vale da Vilariça num dia como o de hoje de céu nublado


Embora quase toda a gente diga o contrário hoje é um bom dia... Um dia em que apesar das nuvens também se pode ser feliz... E como eu estou a ser feliz hoje... Levantei-me cedo para por em ordem alguma desordem que começava a notar-se cá por casa... Logo de manhã, apesar da chuva, ouvi os passarinhos cantar no peitoril da minha janela, foi como que um convite para deixar de lado a preguiça e por mãos á obra...





Ala que se faz tarde, comecei por rezar laudes, algo que já alguns dias não acontecia, como foi bom salmodiar ao Senhor, depois toca a tomar um banho quentinho, para retemperar as energias, de seguida visitar a city de Bragança em trabalho da instituição a que presido (Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora da Oliveira)....




Castelo de Bragança



Fazendo-se horas de almoço, um bom bacalhau à brás... Corridinha para a escola despedir-me de alguns alunos, com o final do ano lectivo chegam as despedidas até setembro... E para finalizar celebrar a alegria de mais um dia que Deus me concedeu junto do meu povo, com a Eucaristia...




Ora digam lá se não está a ser um dia feliz....

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Santo António

E porque hoje é o seu dia....

Imagem de Santo António.
Museu Militar do Buçaco, Buçaco, Portugal

Nasceu em Lisboa (Portugal) no final do século XII. Foi recebido entre os Cónegos Regulares de S. Agostinho e pouco depois da sua ordenação sacerdotal ingressou na Ordem dos Frades Menores com a intenção de se dedicar à propagação da fé entre os povos da África. Mas foi na França e na Itália que ele exerceu com grande fruto o ministério da pregação e converteu muitos hereges. Foi o primeiro professor de teologia na sua Ordem. Escreveu vários sermões, cheios de doutrina e de unção espiritual. Morreu em Pádua no ano 1231.

Dos Sermões de Santo António de Lisboa, presbítero(I, 226) (Sec. XIII)

A linguagem é viva, quando falam as obras.Quem está cheio do Espírito Santo fala várias línguas. As várias línguas são os vários testemunhos sobre Cristo, como a humildade, a pobreza, a paciência e a obediência; falamo-las, quando mostramos aos outros estas virtudes na nossa vida. A linguagem é viva, quando falam as obras. Cessem, portanto, as palavras e falem as obras. De palavras estamos cheios, mas de obras vazios; por este motivo nos amaldiçoa o Senhor, como amaldiçoou a figueira em que não encontrou fruto, mas somente folhas. Diz São Gregório: «Há uma norma para o pregador: que faça aquilo que prega». Em vão pregará os ensinamentos da lei, se destrói a doutrina com as obras.Mas os Apóstolos falavam conforme a linguagem que o Espírito Santo lhes concedia. Feliz de quem fala conforme o Espírito Santo lhe inspira e não conforme o que lhe parece!Há alguns que falam movidos pelo próprio espírito e, usando as palavras dos outros, apresentam-nas como próprias, atribuindo-as a si mesmos. Desses e de outros como eles, fala o Senhor pelo profeta Jeremias: Eis-Me contra os profetas que roubam uns aos outros as minhas palavras. Eis-Me contra os profetas, oráculo do Senhor, que forjam a sua linguagem para proferir oráculos. Eis-Me contra os profetas que profetizam sonhos mentirosos – oráculo do Senhor – e, contando-os, seduzem o povo com mentiras e jactância, não os tendo Eu enviado nem dado ordem alguma a esses que não são de nenhuma utilidade para este povo – oráculo do Senhor.Falemos, por conseguinte, conforme a linguagem que o Espírito Santo nos conceder; e peçamos-lhe, humilde e devotamente, que derrame sobre nós a sua graça, para que possamos celebrar o dia de Pentecostes com a perfeição dos cinco sentidos e a observância do decálogo, nos reanimemos com o forte vento da contrição e nos inflamemos com essas línguas de fogo que são os louvores de Deus, a fim de que, inflamados e iluminados nos esplendores da santidade, mereçamos ver a Deus trino e uno.

terça-feira, 12 de junho de 2007

Tempos livres



Apenas se ouvem as ressonâncias do vento, da água, das plantas, dos animais e dos homens que são como que a respiração do mundo.




Como é bom divertir-se escutando esta longa canção da terra, tão propícia a recordações, a sonhos do futuro, à conversa familiar com Deus.


( Guy de Larigaudie)


segunda-feira, 11 de junho de 2007

Convite...


Simplesmente porque hoje me apeteceu mostrar-vos um pouco da beleza de uma das minhas comunidades (a Adeganha) e abrir-vos o apetite para uma visita.

Vista parcial da aldeia de Adeganha



Fachada da Igreja Matriz (Paróquia de São Tiago)

As fotos que se seguem são um exemplo do que reserva o interior da Igreja Matriz.

Pormenor do Altar Mor

Pormenor do Altar Mor

Frescos na parede lateral direita

A mesma imagem mas mais em pormenor.

Frescos na parede lateral esquerda e no arco.

Tudo o resto fica par uma visita vossa... até breve... espero.

domingo, 10 de junho de 2007

Pela Paz!


“Não utilizemos bombas e armas para dominar o mundo. Vamos usar amor e compaixão.
A paz começa com um sorriso - sorri cinco vezes por dia para alguém a quem não gostarias realmente de sorrir – fazei isso pela paz.
Então vamos irradiar a paz de Deus e assim acender a Sua luz e extinguir do mundo e dos corações de todos os homens todo o ódio e amor pelo poder.”

Madre Teresa de Calcutá

sábado, 9 de junho de 2007

Busca de Deus





Só existem duas espécies de pessoas que se podem chamar razoáveis: as que servem a Deus de todo o coração, porque O conhecem, e aqueles que O procuram de todo o coração, porque ainda O não conhecem.


(Pascal)


Ainda que não encontres a Deus, se conseguistes encontrar o teu irmão, andaste já meio caminho.


(D. Helder Câmara)



O homem tem necessidade de Deus como necessita de água e oxigénio.


(A. Carrel)

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Em Ti...


Oh, imensidão de amor,
silencioso recanto de paz.
Oh, manjar suculento,
doçura inigualável.


Só em Ti encontro repouso,
em Ti acalmo.
Só em Ti restabeleço as minhas forças,
reponho as energias.





Eterno sopro de vida,
lampejo de claridade
Eterno amor,
infinita bondade




És o rio caudaloso
onde a vida se renova.
És o rio onde no rigor
a força da perseverança se prova.




No teu abraço encontro a alegria,
satisfaço a minha necessidade de aconchego.
No teu abraço me perco,
encontrando o desejado sossego.
(Pe.CL)